PROJECT10PAN

Project 10 Pan: o 2º update

Antes de começar o post de hoje, só queria dizer rapidinho que vocês são umas maravilhosas e agradecer o carinho todo que veio depois do último vídeo, em que falo sobre o porquê de eu ter ficado mais de um ano sem gravar vídeos para o blog e porque eu tinha tão pouca vontade de voltar. Como eu disse lá (eu acho), as vozes negativas geralmente são mais altas que as positivas, então cada comentário, tweet e mensagem positiva conta muito. Por isso fica aqui um lembrete, para vocês e também para mim, para que a gente comente mais nos blogs/vídeos das migas, para que a gente deixe mais joinhas por aí, mas também espalhe mais mensagens de suporte e carinho para aquelas que a gente admira.


Bom, agora, sim, podemos partir para o post de hoje, que não é nenhum big deal, mas é algo que eu queria fazer, mais para fins de registro mesmo. Já faz mais de dois meses que eu comecei o Project 10 Pan e esses dias fez exatos dois meses do primeiro update que publiquei aqui, então senti que já tinha passado da hora de fazer mais uma atualização, registrando como está o andamento da coisa toda. Para quem não sabe do que se trata, este projeto é coisa antiga das interwebs, criado por uma “guru de beleza” lá nos primórdios do YouTube. A ideia é escolher 10 produtos de maquiagem que você quer muito acabar por qualquer razão (está próximo da validade, por exemplo) e focar no consumo deles, se “proibindo” de comprar qualquer produto semelhante ou da mesma categoria enquanto aquele não acabar. Eu explico melhor no post inicial sobre o projeto, que vocês podem ler aqui.

No meu Project 10 Pan particular, decidi ser bem flexível, exceto pela coisa de não comprar novos produtos. Expandi um pouco a coisa da maquiagem e escolhi outros tipos de cosméticos também. Optei por usar 10 categorias, que podem ou não ter mais de um produto. E também me permiti fazer as alterações que eu achasse necessárias ou interessantes, como por exemplo, substituir a categoria “hidratantes power” quando terminei o Nivea Creme de latinha rápido demais lá no começo do projeto por uma nova categoria, na qual eu não havia pensado quando escolhi os produtos inicialmente.

Nos últimos dois meses, o projeto deu uma estacionada simplesmente porque eu tenho usado muito pouca maquiagem. Fiz duas viagenzinhas e a (micro) necessaire de maquiagem voltou intocada nas duas vezes. Tenho saído de casa praticamente só de cara lavada, tocando o “foda-se” pras manchas, cicatrizes, olheiras, espinhas e o que mais dizem que é feio e errado ter na pele, e é maravilhoso não dar a mínima pro que os outros vão achar. Tenho me importado cada vez menos com a minha aparência e é libertador demais. Talvez, se vocês quiserem, posso escrever um pouco mais sobre isso aqui no blog. Ou, quem sabe, na newsletter. (Preciso mesmo de ideias para posts aqui e coisas para escrever na news, então me contem sobre o que vocês querem ler, tá?)

Ao invés de seguir escrevendo sobre os produtos, ontem, decidi gravar um vídeo para tentar um formato diferente para as atualizações sobre o Project 10 Pan. Me contem nos comentários o que vocês acharam, porque daí eu consigo ir adaptando os posts do projeto para aquilo que vocês preferem ver, ok?

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Linkagem de Segunda #52

Não publiquei linkagem nas duas últimas segundas-feiras. Eu sei, eu sou um ser humano horrível, mas não desistam de mim.


Ainda não entendi o que aconteceu. Agosto acabou, daí pisquei e já estamos quase no dia 20 de setembro.

Eu sei que vivi estes 19 dias. Eu sei que aconteceram coisas. Eu fiz meus exames todos que as médicas pediram. Chorei junto com a moça da sala de espera da ultrassonografia que tinha perdido o bebê. Chorei porque a Amber morreu (spoiler alert?) no House. Chorei no S02E12 de Grace and Frankie. Chorei porque Íris, a cã, passou mal e eu achei (de novo) que ela ia morrer. Chorei quando fui eliminada de mais um processo seletivo de trainee e bateu aquele pânico do “será que eu me preparei tanto pra nunca arranjar um emprego?”. (Aparentemente, agora eu sou uma pessoa que chora. O tempo todo.) Enviei dezenas de currículos. Me inscrevi em dezenas de processos seletivos. Fiz dezenas de provas online. Parei de usar o cartão de crédito. Aprendi a fazer frappuccino. Enviei duas novas edições da newsletter. Gravei um vídeo para o blog. Postei sobre porque parei de fazer vídeos. Tety começou um canal no YouTube. Mudei alguns detalhes na aparência do blog e tô morrendo de amores por este background de tijolinhos (bom substituto enquanto não tenho minha parede de tijolinhos real) deste site maravilhoso aqui. Migas da internet fizeram aniversário. Uma prima casou, outra teve bebê.

E, ainda assim, dia 31 parece foi ontem, como assim?!


Para ler

Arte como Missão, Camila Eiroa entrevista Jéssica Ellen para TPM

Karol Conka fala sobre feminismo e racismo: ‘Preconceito machuca’, Kelly Krishna Rios entrevista Karol Conka para O Globo

Como lidar com a falta de esperança após a derrubada de Dilma, a primeira mulher na presidência do Brasil?, Carol Patrocínio na Comum

Bel Pesce, empreendedorismo e celebridade, Lizandra Magon de Almeida no Minas Nerds

Olhos abertos: o apagamento das pessoas asiáticas na mídia, Tayná Miessa para as Blogueiras Feministas

Marina Ruy Barbosa e o olhar masculino, Anna Vitoria no Valkírias

Não nos esqueçamos da Mulan, por favor, Tati Perry no Valkírias

J.K. Rowling e meu muito obrigada, Thay no Valkírias

Eu não sou obrigada a nada (mas todas somos susceptíveis a achar que somos), Bárbara Marques no Nó de Oito

Suicídio, economia e masculinidade, Mari Messias no Lugar de Mulher

Para assistir

Casa TPM – Thais AraújoCanal das Bee entrevistando a Thais Araújo

youPix, milennials e tendênciasMarília Gabriela entrevistando a Bia Granja

Living at home at your 20sAriel Bisset

Onde estamos?Beca com Cê

Como dar a volta por cimaAna Lídia LopesRaíza Nicácio

O que tem na bolsa de uma cacheadaRaíza Nicácio

Caganeira menstrualGorda de Boa

Quando uma coisinha estraga tudoLiliane Prata

Como começar a se organizarThais Godinho

O que é e como usar o GTDThais Godinho

GTD: Áreas de Foco na práticaThais Godinho

Porque parei de fazer vídeos para o blog

Tem algum tempo que eu tenho querido fazer duas coisas: voltar a gravar vídeos para o blog e postar uma atualização da tag “o que tem na sua bolsa”. Até aí nada muito complicado, dava até para “matar dois coelhos com uma cajadada só”. Só que nada é tão simples quanto parece.

Eu comecei a gravar vídeos para o blog tem quase três anos. Até então, eu nunca tinha tido vontade de fazer um post neste formato porque morro de vergonha e meu negócio sempre foi escrever mesmo. Só que a Giu me indicou para uma tag em vídeo e eu decidi arriscar responder no mesmo formato. O retorno de vocês foi ótimo e eu fiquei querendo fazer mais vídeos, pelo menos de vez em quando, para variar um pouquinho.

Quase um ano depois, tive “coragem” de gravar um segundo vídeo, a tag “o que tem na sua bolsa”, uma das minhas favoritas desde muito antes do YouTube e até mesmo das câmeras digitais, quando a gente contava só em texto mesmo o que a gente carregava consigo nos fóruns/Orkut/blogs da vida. Daí fui gravando outros vídeos e ficando um pouco mais confortável em frente à webcam. Percebi que eles estavam me ajudando, ao menos um pouco, com a coisa toda da timidez e de falar em público e achei que seria uma boa ideia continuar fazendo posts neste formato de vez em quando.

Daí, no ano passado, minha vida virou de cabeça para baixo umas 987454187445 vezes e era tanta, tanta coisa acontecendo de uma só vez que não dava para simplesmente sentar na frente do computador para gravar um vídeo. Foi só no começo deste ano, quando a poeira abaixou, que eu tive este tempo. Mas, nesta altura, a vontade de voltar a gravar vídeos para o blog já tinha minguado.

O canal do Sem Formol no YouTube sempre foi só uma extensão, um apêndice do blog. Eu nunca tive a intenção de me tornar youtuber ou vlogueira ou qualquer coisa do tipo. Os vídeos sempre foram só uma forma de diversificar, de publicar posts num formato diferente, de conversar com vocês de um outro jeito. Os vídeos sempre foram destinados a vocês, leitores, amigos, que acompanham o blog, que gostam do que eu escrevo, que por alguma razão se interessam por mim e pela minha vidinha sem graça.

Mas, lá no YouTube, os vídeos ganham mais visibilidade do que os posts do blog costumam ter. Muito mais gente cai de paraquedas num vídeo teu do que num post do blog. Por um lado, isso é ótimo porque permitiu que mais gente conhecesse a mim e ao Sem Formol. O YouTube me trouxe novos leitores, seguidores, amigos e isso é ótimo. Só que o YouTube também trouxe um punhado de haters ou simplesmente aquele tipo de público que acha que o blogueiro/youtuber está ali para servi-lo, para publicar o que ele quer ver do jeito que ele quer ver.

Tem um vídeo meu, um “o que tem na sua bolsa da faculdade“, que não sei bem como ganhou mais visibilidade que o normal (para um vídeo aqui do blog). São quase 5 mil visualizações. Quase todos os dias recebo comentários naquele vídeo, a maioria deles me enchendo o saco, quando não me xingando mesmo. Não me importo muito com comentário me fazendo pergunta óbvia que o Google responderia em menos de um minuto, nem mesmo com aquele spam “que legal seu vídeo, se inscreve no meu canal?”, tão parecido com o já raro “lindo seu blog, comenta no meu?”. O que me incomoda mesmo, a ponto de eu perder totalmente o tesão pelo YouTube, é gente me cobrando, criticando, achando que pode dar pitaco no meu jeito de fazer as coisas na internet e até mesmo na minha vida. É gente reclamando que o vídeo é longo e que eu falo demais, é gente reclamando que o assunto é irrelevante (tá no título do vídeo, migo, foi tu que deu play), é gente reclamando da qualidade do vídeo, falando que eu tenho que comprar uma câmera boa se quiser estar no YouTube. É gente reclamando até mesmo da minha aparência, que aparentemente não é boa o suficiente para o YouTube. Isso sem contar os haters de verdade, as pessoas que xingam e ofendem, os caras que dizem obscenidades (pruma menina que tá mostrando material escolar, cara), aquela coisa toda que a gente já tá acostumada na internet, mas que eu conseguia evitar bastante limitando meus “círculos internéticos”.

Eu estava me incomodando tanto com gente me dizendo o que fazer e como fazer que acabei os deixando afetar justamente a forma como eu faço as coisas. Eu não cheguei a satisfazer aos caprichos desta gente, até porque a maioria era impo$$ível, mas eu cedi no sentido de me retirar daquele espaço, de parar de fazer vídeos, de me sentir mal com os comentários e cogitar deletar o canal, retirar os meus vídeos do ar.

Só que eu ainda via o lado bom, a possibilidade de divulgar o blog para mais pessoas, os leitores queridos que ganhei graças, muitas vezes, justamente àquele vídeo. Eu ainda queria postar vídeos no blog e já estou acostumada a fazer deste jeito, a usar o YouTube como plataforma. Eu não queria me retirar. Poxa, justo eu que sempre bato o pé e insisto em ficar onde eu quero ainda que não seja bem vinda ali?

Daí eu fiquei incomodada foi comigo mesma, de estar me impedindo de fazer algo que eu queria fazer porque gente que eu nem conheço iria me encher o saco. Então, dia desses, eu simplesmente me sentei em frente ao computador, liguei a webcam e gravei este vídeo aqui, em que eu (acho que) falo basicamente as mesmas coisas que disse nesse post em texto, mas tudo bem, assistam se quiser (até porque também tem um “o que tem na sua bolsa” depois):


Acho que prometi lá no meu Instagram e até no próprio vídeo que faria um “o que tem na sua bolsa” em dois formatos: vídeo e texto + foto. Bem, o vídeo eu fiz, mas a versão com fotos eu vou ficar devendo, pelo menos por enquanto, ok?


Escrevendo este post, me lembrei daquele projeto do YouTube, o Mulheres Criadoras, que tinha a intenção justamente de incentivar as minas a criarem, a usar aquele espaço para falar/fazer o que quiser e achei que eu não só deveria reassistir à playlist inteira, como indicar para vocês:


Ainda neste universo, minha amora Tety começou um canal e já arrasou num vídeo inicial citando Frankie (de Grace & Frankie), então por favor, prestigiem:

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Blog Day 2016

Acontecem coisas. Muitas coisas. E eu pensei em deixar este post para lá. A bad é real e a vontade de celebrar o Blog Day é praticamente inexistente. Só que, por outro lado, o tempo não para, a vida continua e se a gente tem que encarar o mundo lá fora, que pelo menos a gente tenha nossos refúgios. E um dos meus é a blogosfera.


Bem, alguém decidiu que hoje é Dia do Blog porque 3108 se parece com a palavra blog. Outra pessoa (ou será que foi a mesma?) achou que seria legal celebrar tal dia indicando cinco blogs que você conheceu no último ano ou qualquer coisa assim. Há dois anos, o grupo de blogueiros Rotaroots (ainda existe?) decidiu agitar as coisas e propôs que, no Dia do Blog, indicássemos cinco blogs que conhecemos no grupo, cinco blogs que não saem do nosso feed e cinco blogs para sair da rotina, isto é, que sejam de nichos/temáticas diferentes do nosso. Esse ano, como não faço mais parte do grupo (e nem sei se ele ainda anda ativo), decidi alterar um pouquinho as categorias, mas ainda assim manter a tradição aqui no blog.


Blogs que conheci no último ano

Cadê meu café?

A Pri (#íntima) é ilustradora e tem um traço lindo e isso já seria motivo o suficiente pra indicar o blog dela. Só que ela também escreve super bem e tem uma linha editorial que é puro amor: bichinhos, feminismo e decoração.

Ancoragem

Conheci a Mayra pela sua newsletter, Amy’s House, que não sei bem quem foi que me indicou, mas que foi uma indicação certeira. Gosto muito da forma como ela escreve e poucas cartinhas depois eu já sentia que a conhecia há anos. Recentemente, descobri que ela tem um blog também e com ele também foi amor à primeira vista.

Vizinha da Capitu

Paloma (ou Passarinha ♥) é presença garantida nos feeds da minha vida há algum tempo já, mas só recentemente fui descobrir seu blog pessoal (não cheguei a ler o Eucentrismo, blog que veio antes do Vizinha da Capitu). Ela é uma moça como muitas de nós e escreve sobre muitos dos temas que nos são caros, como cultura, feminismo e, bem, esta coisa maluca que é viver.

Ela também escreve no Valkírias (site que reúne moças maravilhosas escrevendo sobre cultura pop duma perspectiva feminina e feminista), na Revista Pólen (a revista literária mais linda desta interwebs), no blog da Alpaca Press (coletivo que tem o objetivo de divulgar o trabalho de mulheres artistas) e na newsletter Pássara em Crise.

Blogs que não saem do meu feed

E agora, Isadora?

Acompanho a Isa pela internet há tantos anos que nem me lembro mais. Isa é quem eu quero ser quando crescer (ainda que eu já tenha crescido e a gente tenha quase a mesma idade), é o perfil do Instagram que eu mais pino no meu Pinterest e é um dos blogs que eu mais gosto de ler.

Laila Zin

Eu e Laila descobrimos os blogs mais ou menos na mesma época e pouco tempo depois, descobrimos uma a outra. Ela não sai do meu feed desde o Ensorcelée e, ao contrário deste movimento de abandono da blogosfera que tem acontecido com as “blogueiras do nosso tempo”, ela tem postado cada vez mais, com direito inclusive a BEDA este mês. Laila é uma dessas moças lindas, extremamente criativas e talentosas e é sempre um prazer acompanhá-la por aí.

Ricota Não Derrete

O blog da minha xará Dani tem uma linha editorial muito bacana e que sempre muda um pouquinho conforme ela mesma vai mudando, o que é sempre gostoso de acompanhar. Agora que ela saiu da casa dos pais e está montando sua primeira casinha com o marido, os posts sobre decoração e DIY têm sido bastante frequentes. Mas além disso, Dani escreve sobre moda e beleza, compartilha receitinhas fáceis e rápidas (e possíveis até para quem não sabe cozinhar que nem eu), fala das coisas que tem lido e assistido e o que mais tiver vontade de postar.

Blogs para sair da rotina

Despindo Estórias

Ainda que eu goste bastante de ler, não tenho o hábito, nem gosto muito de acompanhar blogs literários, booktubers, etc. O Despindo Estórias é uma exceção porque amo Tay de paixão e acho que ela e as colaboradoras fazem um trabalho excelente no blog e no canal no YouTube. Em julho, Tay fez um mês todo especial dedicado às mulheres no canal e foi incrível, recomendo que vocês assistam.

Todoist Blog

Nunca dei muita atenção para estes blogs de aplicativos/empresas porque geralmente é só autopropaganda mesmo, mas alguns posts do blog do Todoist apareceram nas minhas recomendações do Pocket e eu acabei gostando bastante. Como eu uso o aplicativo para centralizar quase todo o meu sistema GTD, decidi assinar o feed e não me arrependi. Como o Todoist é uma ferramenta de criação de listas, particularmente to do lists (listas de tarefas), a maioria dos posts é focada em produtividade e administração do tempo, assuntos que eu gosto bastante. Infelizmente, o blog é todo em inglês e não acredito que haja uma versão em português.

I Spy DIY

Como já aparece no nome, o foco do I Spy DIY (também em inglês) são projetos de do it yourself (faça você mesmo). Ainda que eu tenha duas mãos esquerdas e não consiga fazer a maior parte dos projetos, acho o blog tão lindo e inspirador que vale a pena acompanhar, nem que seja para ver coisas bonitas (e, quem sabe, se arriscar nos projetinhos mais fáceis).


Espero que vocês tenham gostado das indicações deste ano. Se vocês tiverem outras sugestões e indicações, me contem nos comentários, ok? Até a próxima e feliz Dia do Blog!


Crédito da foto do topo: Tom Eversley
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Linkagem de Segunda #51

Não larguei mão oficialmente do BEDA, mas imagino que vocês tenham percebido, na última semana, que, sim, eu larguei mão. Ainda quero escrever a respeito, não para me justificar ou nada do gênero, mas para falar um pouquinho sobre essa coisa de blogar todos os dias e porque eu acho que não funciona para mim e para o Sem Formol. Vai ser bom ter um lembrete aqui no blog para eu não inventar essas modas de novo (#vdds). E pode ser que este post renda umas reflexões boas sobre blogar no geral. Quem sabe, né?


Ao contrário da semana passada, estive mais offline estes dias. Não por escolha, mas porque as circunstâncias não têm colaborado. Sigo muito cansada o tempo todo e passando mal com frequência, o que, honestamente, tem me desanimado de tudo, inclusive de ler. (Hoje vou à primeira consulta com a endocrinologista e vamos ver no que vai dar.)

Além disso, estamos tendo muitos problemas com a nossa internet porque a Algar decidiu que seria legal mudar nosso plano sem nosso consentimento para uma velocidade que sabemos que não está disponível na nossa cidade, o que faz com que a nossa conexão fique extremamente instável (de cair 5, 6 vezes por hora num dia bom). Agora querem nos cobrar uma multa contratual (!) para voltar ao plano antigo, o que faz com que fiquemos reféns deste plano que não funciona e que não queríamos enquanto eles não verificam que não autorizamos mudança de velocidade nenhuma. Depois de me ferrar em dois processos seletivos de trainee porque a conexão caiu no meio das provas online, estou particularmente sem vontade de ficar brigando com a internet e tenho simplesmente ficado mais offline. Tem horas que cansa ficar brigando com tudo o tempo todo (isso tem a ver com aquele desânimo da última linkagem também).

Isso explica porque a linkagem de hoje está relativamente pequena e porque ando meio sumida das redes sociais e daqui do blog e da newsletter.


O mito da “friendzone” e a cultura do estupro, Bruna Nck no Medium

Estupro não tem classe social nem é problema de falta de educação, Mayra Cotta para as Blogueiras Feministas

A violência contra a mulher é um problema dos homens, Nádia Lapa

Carta aberta ao “cidadão de bem”, Cileide Alves no Trendr no Medium

Vídeo: Mitos, Beca Com Cê

Vídeo: É aquele ditado, né?, Beca com Cê

Mulher latina: representatividade e estereótipos, Luana Reis no GWS

Não seja superior: seja você mesma, Luíse Bello no Think Olga

Pastor, deixa ela falar, Thamyra Thâmara no Think Olga

A imagem fora de contexto que revoltou internautas e prejudicou uma mãe, Geledés

As Paralimpíadas ainda não começaram mas o capacitismo já ganhou ouro, Bia Cardoso e Patricia Guedes para as Blogueiras Feministas

Video: Why does height matter in sports?, Dianna Cowern no Phisics Girl

Desfazendo mitos sobre a água micelar: para o que realmente ela serve?, Modices

Vídeo: Listas são complicadas?, Thais Godinho no Vida Organizada

Video: Cut the clutter! 5 easy ways to declutter your home, Melissa Maker no Clean My Space

Controlando a ansiedade com pequenos rituais, Laila Zin

“Não caia nas dietas detox”, Eduardo Szklarz na Superinteressante

La Cocinera – entrevista com a Paola Carossella, Natasha Cortêz na TPM

Vídeo: Protagonismo e internet – entrevista com a Jout Jout, Marília Gabriela

A carreira de Pablo Escobar em quadrinhos, Superinteressante

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Linkagem de Segunda #50

Olá e sejam bem-vindos ao BEDA mais capenga da história da blogosfera.

Fiquei cinco dias sem postar, mas, assim como fiz na última linkagem, não vou me dar ao trabalho de me justificar porque o que aconteceu simplesmente foi que eu não quis postar nos últimos dias mesmo. Acontecem coisas, o blog não foi minha prioridade e é isso aí. (Desculpem, ando com preguiça de tudo, inclusive de me importar. Acontece quando a gente se importa demais com tudo o tempo todo. Um belo dia, a gente cansa.) (Obviamente, isto não diz respeito somente ao blog e talvez eu fale a respeito na próxima edição da newsletter.) (Aos leitores da newsletter: tô sumida, mas amanhã deve ter cartinha nova.)


Diferentemente da última linkagem, li mais online estes dias. Comecei a colocar em dia minhas newsletters acumuladas e li uma quantidade grande de posts, artigos online, resenhas, etc. Alguns destes textos estão aqui:

Das Olimpíadas

Mais que o futebol, Olimpíada é fonte de sentimentos opostos, Antônio Prata na Folha

Lugar de mulher é nas Olimpíadas, Vicky Régia na Capitolina

O legado dos jogos, os garotos imaturos e as vagabundas, Manoela Miklos no #AgoraÉQueSãoElas

As Olimpíadas e o complexo de vira-lata, Marjorie Rodrigues

Do debate sobre a (regulamentação da) prostituição

Colocamos prostitutas e ativistas para debater prostituição, AzMina

“Não queira saber mais sobre prostituição do que as próprias prostitutas”, Monique Prado da Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais (CUTS) na AzMina

A prostituição faz da mulher objeto e não cidadã, Nalu Silva da Marcha Mundial das Mulheres na AzMina

Da cultura pop (e da representatividade)

Adeus Elke Maravilha maravilhosa, Mari Messias no Lugar de Mulher

Mulher Maravilha: os 75 anos do ícone, Thay no Valkírias

Amy diz: “O revival é sobre três mulheres e seus dilemas”, Evandro Marra no Gilmore Girls Brasil

Grace & Frankie – série de 2015, Mayra Sousa Resende no Ancoragem

Grace & Frankie contra o preconceito de idade, Mari Messias no Lugar de Mulher

Review: Orange Is The New Black (S04), Ana Vieira e Thay no Valkírias

Orange Is The New Black is trauma porn written for white people, Ashleigh Schackelford no Wear Your Voice

Fui assistir Orange Is The New Black, era Oz, Anne Caroline Quiangala no Preta, Nerd & Burning Hell

Presas até a gaiola ficar cheia: Orange Is The New Black, Vick Amorim na Pólen

Serão os filmes da Disney os esquerdo-machos do cinema?, Lara Vascouto no Nó de Oito

Alguns pensamentos soltos sobre Harry Potter e the Cursed Child, daqui mesmo

Harry Potter and the Cursed Child: um drama de erros e acertos, Renatawashu no Collant Sem Decote

“Persépolis”, Marjani Satrapi, Maynnara Jorge na Pólen

Da gente e das coisas que a gente vive

Slow down, you’re doing fine, Lidyanne Aquino na Pólen

Peitinhos, Cinthya Rachel

[vídeo] Mudemos, Jout Jout Prazer

Exaustos-e-correndo-e-dopados, Eliane Brum no El País

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Alguns pensamentos soltos sobre Harry Potter and the Cursed Child

Qualquer dia desses (talvez ainda neste BEDA bagunçado?), quero contar para vocês a minha história com Harry Potter. Acho que todo Potterhead tem a sua, assim como a gente sempre tem uma história com aquilo (ou aquele alguém) do qual somos fãs. Mas o post de hoje ainda não é sobre esta história completa. O post de hoje é sobre Harry Potter and The Cursed Child.


Este texto não contém spoilers, exceto quando contém, mas daí eu aviso antes, então pode ler tranquilo.

Eu me lembro direitinho do sentimento de vazio que me invadiu quando eu li as últimas palavras de Harry Potter e as Relíquias da Morte em 2008. Harry me acompanhou minha adolescência toda. Crescemos juntos. Conheci Harry com 11 anos, li o último livro com 17. Dumbledore diz (em HP e o Cálice de Fogo) que “embora venhamos de lugares diferentes, falemos línguas diferentes, nossos corações batem como um só” e isso é tão real, tão real, que Harry, Ron, Mione, Luna, Neville e todos aqueles personagens vêm dum lugar tão, tão diferente do meu (a começar pela magia, né, mores) e ainda assim pareciam todos um pouco parte de mim. Eu me reconhecia neles. Eu sentia algumas das suas dores, eu entendia alguns de seus dramas. Eu encontrava conforto nas histórias daqueles adolescentes que, assim como eu, tinham dúvidas e medo e não faziam ideia do que estavam fazendo, mas não desistiam, não abandonavam seus princípios, não deixavam de lutar por aquilo que acreditavam. Só que, quando Harry vê sua batalha e também sua adolescência no fim, eu também vislumbrei o final da minha. O epílogo salta muitos anos e, quando encontramos os personagens novamente, pela última vez, eles já estão adultos e casados e com filhos e com “a vida resolvida”. E o que aconteceu no meio da caminho? Quais os próximos passos?

Eu sabia que Harry Potter não teria as respostas para as minhas questões de adolescente. Eu sabia que não estava ali a resposta para o que eu deveria “fazer da vida” depois que a escola acabasse ou qualquer coisa assim. Harry Potter nunca foi um Manual da Vida, especialmente da Vida Trouxa, mas sempre havia como traçar um paralelo, sempre havia algo com o que se relacionar. “Hogwarts sempre esteve lá por mim” e de repente não estaria mais e eu confesso que me senti desamparada. Tudo estava bem o cacete.

Anything from the trolley, dears?

Só que a verdade é que nunca ficamos realmente órfãos de Harry. Ou melhor, do mundo bruxo. Primeiro porque ainda havia três filmes a serem lançados. E o Pottermore. E as novas informações e contos que vieram com o Pottermore. E a possibilidade de ser selecionado pelo Chapéu Seletor no Pottermore. E uma quantidade absurda de produtos da franquia. E, claro, os fãs, que com suas fanarts e fanfics e debates calorosos sobre Harry Potter nunca deixarão a história, de fato, acabar. E tudo isso é maravilhoso, só que nada disso é exatamente igual à sensação de pegar um novo livro do Harry nas mãos e embarcar numa aventura completamente nova. Senti algo parecido quando J.K. começou a lançar alguns contos, especialmente aqueles contando melhor a história de alguns personagens (como a biografia maravilhosa de McGonagall), mas eu sempre soube (ou achei) que nunca mais sentiria aquela sensação específica de pegar um novo Harry Potter para ler.

Daí vieram os rumores de uma oitava história, agora com Harry adulto e eu tentei conter o entusiasmo com todas as minhas forças, o que foi de fato uma boa ideia, já que logo foi noticiado o formato da nova história: uma peça de teatro. Fiquei absolutamente emputecida com J.K. Rowling por fazer isso com 99 vírgula sei lá quantos 9s % dos fãs que não teriam acesso à peça, me esquecendo completamente de que havia a possibilidade de o roteiro ser publicado em livro e até mesmo, quem sabe, no futuro, ser adaptada para o cinema ou a TV. Entretanto, quando foi confirmado que, de fato, o roteiro seria publicado, eu dei um total de zero fucks. Honestamente, nem sei bem o porquê. Mas, se bem me lembro, por muito tempo acreditei que retomar a história do menino que sobreviveu era uma grande bobagem e que, por mais que eu desejasse muito um novo livro, eu tinha quase certeza de que não era uma boa ideia. Talvez tenha sido este o espírito que me invadiu durante o lançamento de The Cursed Child. Ou talvez eu só estivesse muito ocupada (e estava mesmo).

Só que é claro que não demorou muito para todas as minhas timelines estarem repletas de gente lendo (e comentando e fotografando) o livro (talvez eu tenha um excesso de amigos potterheads) e dois sentimentos me invadiram: a inveja (pô, eu também quero ler) e o medo besta de tomar spoiler. Foi daí que eu decidi que queria ler também.

Eu não esperava sentir aquilo de novo. Não tinha capa da Mary GrandPre, nem Harry Potter escrito em metálico com um raiozinho no P, nem mesmo o cheiro de livro novo porque era ebook. Mas a sensação era a mesmíssima de quando eu abri pela primeira vez cada um dos outros livros (menos o primeiro, claro), ansiosa por uma nova aventura em Hogwarts, ansiosa para rever os personagens como se fossem velhos amigos, ansiosa para conhecer as novas personalidades malucas que J.K. Rowling nos introduziria. Por algum tempo, cheguei a acreditar que eu estava de fato lendo mais um livro do Harry, o oitavo livro da série. Demorou, mas chegou. E era incrível. Até não ser mais.

Passada a empolgação inicial, percebi que não era como estar lendo mais um livro do Harry. A ansiedade inicial foi a mesma, sim, e que bom que foi, mas o resto da experiência foi simplesmente diferente. Talvez fosse para ser mesmo. São formatos diferentes, os personagens principais estão num momento completamente novo – e agora bem distante do meu – e, bem, eu também mudei. Mas eu não deixo de estar ligeiramente decepcionada.

Eu sempre achei Harry Potter muito próximo de impecável e talvez parte do choque seja eu ter achado esta nova história um pouco mais distante da perfeição, quer dizer, achei que tinha defeitos demais (prum Harry Potter). Concordo com muito o que a Renatawashu falou sobre o livro aqui (atenção: contém spoilers), inclusive.

(Talvez aqui tenha spoilers, pule os próximos dois parágrafos se você costuma achar que tudo é spoiler.)

Em muitos momentos, me senti lendo um fanfic ruim mesmo, com algumas ideias meio absurdas, uns ships meio errados e desnecessários, uns personagens fazendo coisas que nunca imaginei que eles fariam, principalmente quando a história vai para as realidades alternativas (WTF o Cedrico?!). Além disso, o livro é muito decepcionante em termos de representatividade. Muito mais do que nos outros, a história é absolutamente centrada nos personagens masculinos (Albus e Scorpius e Harry, principalmente, mas também Draco), ainda que haja personagens mulheres fortes e maravilhosas e importantes e que mereciam muito mais destaque (Mione, Rose, Ginny, McGonagal e até mesmo Delphi). E J.K., novamente, perdeu a chance de inserir um casal homoafetivo na trama. (Por favor, escrevam fanfics de Albuscorpius ou sei lá o shipname e me mandem.)

Só que J.K. (e os outros dois caras, né?) também acertou bastante. Alguns diálogos são absolutamente ótimos e pelo menos Harry segue sendo o personagem complexo e maravilhoso que eu sempre amei e Draco, gente, o Draco finalmente teve “o final” que eu sempre quis (obrigada, Jo, sua linda). Delphi também é uma personagem incrível e uma adição fantástica para o universo potterhead, ainda que eu tenha achado a história de sua origem bastante ridícula (desculpa, Jo).

No geral, achei um bom livro, uma boa história. Mexeu muito comigo, me fez chorar horrores e destruiu meu coração a cada personagem que aparecia ou era citado (gente, o Snape e a Lily e o Neville e a tia Petúnia 💔). Só que eu esperava mais. Talvez porque eu, secretamente, esperava por esta história desde 2008.

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Linkagem de Segunda #49

Novamente, falhei dois dias seguidos no BEDA e, desta vez, não tenho nenhuma desculpa. Eu não queria postar e não postei. Às vezes, a gente tem que fazer o que quer (ou não fazer o que não quer). (Faz sentido? Porque deveria fazer.)


Apesar do FOMO, estive mais offline esta semana. O cansaço acumulado dos últimos dois meses (estudando para um concurso e cuidando das tarefas domésticas da minha mãe para que ela pudesse cuidar do pós-cirúrgico da minha avó) e possivelmente o hipertireoidismo me derrubaram nos últimos dias.

Além disso, estive meio de saco cheio do mundo real e fugi para onde sempre fujo nestes momentos: a ficção. Estou maratonando House (porque estava com vontade de rever mesmo); li a graphic novel A História de Cláudia adaptada do maravilhoso Entrevista com o Vampiro (Anne Rice) pela Ashley Marie Witter; e ontem comecei a ler o roteiro da peça Harry Potter and the Cursed Child e são muitos os feels (choro o tempo todo porque mal acredito que estou lendo um novo livro do Harry oito anos depois) (eu queria ler devagar pra durar mais, mas já terminei a Parte 1).


Como tantas Silvas: Rafaela conquista o primeiro ouro do Brasil!, Vicky Régia na Capitolina

Por que só “descobrem” a seleção feminina quando a masculina vai mal?, Maiara Beckrich no Dibradoras

E se os nossos fracassos também fossem transmitidos ao vivo?, Antônio Prata na Folha

Ex-funcionária escreve carta aberta para o CEO da Warner sobre Zack Snyder, demissões e donuts, Rebeca Puig no Collant Sem Decote

Desenrolar da acusação de tentativa de estupro do deputado Marco Feliciano dia a dia, AzMina


Uso o “método de produtividade” GTD, do David Allen, há três anos agora. Ele foi particularmente importante no final da minha graduação, quando eu tinha uma quantidade insana de coisas a fazer sempre. E ele tem sido particularmente importante agora que minhas demandas são muito mais flutuantes. Uma das coisas que aprendi sobre o GTD foi justamente isso: ele se adapta muito bem a qualquer pessoa, a qualquer cotidiano. Minha “rotina” pode ter mudado bastante, tal como minhas áreas de responsabilidade, meus objetivos e, bem, eu mesma (as mudanças mais importante são sempre as internas, né?), mas o método continua me servindo muito bem.

Meu sistema, por outro lado, é mutante, tal como a vida. Estou sempre o ajustando às minhas novas necessidades, bem como o aprimorando conforme aprendo mais sobre o método, relembro conceitos interessantes ou observo a forma como outras pessoas o aplicam. Ultimamente, como tenho tido mais “tempo livre”, tenho pesquisado mais sobre o GTD e decidi reunir tudo o que eu encontrar de interessante e útil num board do Pinterest, compartilhando assim o que eu achar com outras pessoas.

Se você se interessa pelo GTD, portanto, pode querer seguir esta minha pasta lá no Pinterest e dar uma olhadinha nos links que eu trouxe para esta segunda-feira:

GTD: o mais completo guia para a metodologia Getting Things Done, Mude.nu

O que são áreas de foco, Thais Godinho no Vida Organizada

[vídeo] Webinar: Modelo de Planejamento Natural para Projetos no GTD, Thais Godinho

[vídeo] GTD: Revisão Semanal Comentada, Thais Godinho

Coisas que me fazem feliz (e não são coisas)

Noelinda criou este meme/tag/whatever you kids are calling it these days muito do amor há algum tempo e desde que li este post, fico querendo fazer minha própria listinha e publicar por aqui.

coisas-que-me-fazem-feliz-chez-noelle

  • Abraços;
  • Crises de riso que fazem a barriga doer;
  • Deitar no chão geladinho em dias calorentos (com Íris, a cã);
  • Terminar alguma coisa muito trabalhosa/difícil/cansativa;
  • Encontrar aquele texto que parece ter sido escrito por mim. Ou para mim;
  • Escrever banalidades no blog…
  • … e ter as banalidades lidas (e comentadas ♥) por vocês;
  • Descobrir e reler textos escritos por mim há muito tempo;
  • Descobrir um blog novo tão legal que quero ler o arquivo todo;
  • Cheiro de livro novo;
  • Encontrar dedicatória de gente que não conheço naquele livro velho que ganhei/troquei/comprei num sebo;
  • Começar um livro;
  • Terminar um livro;
  • Cheirinho de café se espalhando pela casa de manhã;
  • Ver o sol nascer;
  • Ver o sol se pôr;
  • Banho;
  • Cochilar no meio da tarde;
  • Não fazer absolutamente nada;
  • Acordar com a voz da minha mãe conversando com Íris, a cã;
  • Quando Íris, a cã, ronca enquanto dorme;
  • Quando Íris, a cã, dorme com as quatro patinhas para cima;
  • Curtir a casa limpa depois da faxina;
  • Chegar em casa depois de passar muito tempo fora;
  • Ser recepcionada por Íris, a cã, quando chego em casa;
  • Andar descalça;
  • Comer a sobremesa antes (ou ao invés) do jantar;
  • Quando o pão/pão de queijo tá tão quentinho que a manteiga derrete;
  • Fazer bolo de cenoura (e comer também);
  • Raspar aquele restinho de massa de bolo que fica na batedeira;
  • Almoçar na casa da vó Jeni;
  • Escutar histórias de antes de eu nascer;
  • Ver fotos antigas;
  • Assistir meu pai correndo (e batendo seus próprios recordes pessoais);
  • Good hair day;
  • Aprender algo novo;
  • Assistir a um daqueles meus filmes favoritos que eu não canso de rever;
  • Maratonar uma daquelas minhas séries favoritas que eu não canso de rever;
  • Dançar quando não tem ninguém vendo;
  • Cantar no chuveiro;
  • Os recadinhos que o Lu deixa na geladeira quando acorda antes de mim;
  • As risadas dos meus pais assistindo às Vídeo Cassetadas juntos no domingo;
  • Barulho e “cheiro” de chuva;
  • Não ter que sair de casa quando está chovendo/muito frio;
  • Pedir pizza depois de um dia ruim;
  • Quando chega encomenda pelo correio;
  • Dar e receber presentinhos fora de datas especiais;
  • Tomar um choppinho com as amigas;
  • Tomar um choppinho com o meu pai;
  • Conversar por horas com a Cúpula do Mal;
  • Escrever um novo post no Sem Formol.

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Tag: minha história em dez músicas

Esta tag foi criada pela Bruna Vieira do Depois dos Quinze inspirada por uma das minhas cenas favoritas de um dos dos meus filmes favoritos:

Nesta cena de Begin Again, Dan (Mark Ruffalo) diz à Gretta (Keira Knightley) que você pode dizer muito sobre alguém baseado nas músicas que ela ouve. E ele tem razão. Portanto, julguem-me:

Uma música que te lembre um momento bom: Dancing Queen, ABBA

Eu poderia escolher várias músicas que me lembrem de momentos específicos, mas decidi escolher uma única música que me lembra de muitos momentos bons, especialmente com a Cúpula do Mal (a Lari e a Tety) – como por exemplo aquele meu aniversário em plena temporada de vestibulares em que elas apareceram aqui em casa com uma garrafa de vinho, pedimos uma pizza, assistimos Mamma Mia pela primeira vez juntas e juramos amar Meryl Streep e Abba para sempre.

Uma música que te faz dançar na balada: Shake It Off, Taylor Swift

Primeiramente, fora Temer vamos começar dizendo que balada é uma palavra horrível e este blog se recusa a usá-la, o que não chega a ser um problema porque sou muito mais uma pessoa de Netflix and chill ou, no máximo, um barzinho com umas comidas de boteco e umas caipirinhas (ou uns choppinhos ou umas cervejinhas). Porém, Shake It Off da nossa polêmica miga Taylor é uma das poucas músicas que conseguem me fazer arriscar dançar em público.

Uma música que foi tema de algum relacionamento: Um Certo Alguém, Lulu Santos

Não vou falar de ex no blog, tá bem? Então tá bem.

(Mas a música é um amorzinho, então escutem.)

Uma música que sempre te faz chorar: Todo o Sentimento, Chico Buarque

No geral, não é bem uma determinada música que me faz chorar, mas uma combinação da música certa com o momento certo (geralmente quando a música certa encontra a bad). Mas Todo o Sentimento tem essa característica esquisita de sempre me fazer chorar. Inclusive, já falei isso neste post aqui.

Uma música que seria toque do seu celular: Highway to Hell, AC/DC

Essa pergunta me fez me sentir meio velha porque me lembrei dos ringtones polifônicos dos meus primeiros celulares e de quando ganhei meu adorado Motorola V3 (!!!) e meu mundo mudou porque era possível usar toques mp3. Foram muitas músicas do Bon Jovi e de outras bandas (especificamente) de rock até o dia em que esqueci de colocar meu celular no silencioso e Highway to Hell começou a tocar no último volume durante minha primeira prova de cálculo. Desde então, nunca mais usei músicas como toque de celular (e esqueci de colocar meu aparelho no silencioso antes de aulas/provas).

Uma música que você gostaria de tatuar: Roda Viva, Chico Buarque

(Tive que colocar um vídeo das Mulheres de Hollanda porque já tive o prazer de assistir a um show delas e elas são absolutamente maravilhosas ♥)

Uma das minhas coisas favoritas sobre esta música do Chico é o fato de muita gente a interpretar “incorretamente”, achando que ele se refere à ditadura militar quando fala da roda viva que carrega o destino, a roseira, a viola e a saudade pra lá, enquanto ele está falando, entre outras coisas, da sua inesperada e repentina fama, com o estouro de A Banda em 1966, que mudou sua vida em muitos aspectos. Roda Viva é sobre a vida e as voltas que a vida dá. É sobre nossa insistência em tentar controlar o incontrolável.

Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: Love me back to life, Bon Jovi

Desculpa, sou brega.

Uma música na qual você está viciada agora: Dançando, Agridoce

Descobri a dupla Agridoce, formada pela Pitty e pelo Martin Mendonça, recentemente e estou apaixonada pelo álbum que eles lançaram em 2011 (dá para ouvir no Spotify).

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Dani, Biquíni Cavadão

Geralmente, qualquer música do Bon Jovi ou do Chico Buarque fazem as pessoas se lembrarem de mim pois fangirl, mas Dani é mais óbvia e irresistível porque é adoravelmente constrangedora.

Uma música que defina sua vida: Ovelha Negra, Rita Lee

Tá fácil, hein? Escolhi Ovelha Negra porque, bem, assim como muitas outras, faz sentido e é uma das minhas favoritas.

Lembro que quando eu tinha uns 15 anos, meu pai virou pra mim e disse: “filha, você é a ovelha negra da família, mas olha pelo lado bom, agora você pode botar esta música no seu orkut”. Bem, ela tá no minha bio do Twitter até hoje.

Bem, esta sou eu, ou pelo menos um pedacinho de mim em 10 músicas. Se quiser fuçar mais na minha playlist e tiver um perfil no Last.FM, me adiciona por lá. Ou ainda, me segue no Spotify!

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