Sobre o preconceito

O preconceito é natural, instintivo. É uma defesa. Enquanto não colhemos informações o suficiente sobre uma pessoa ou situação, vamos criar uma imagem com aquilo que temos. Não existe nada mais simples. À medida que você vai conhecendo a pessoa ou situação melhor, vai ter algumas expectativas frustradas e outras não. Aqui vale aquela máxima de não julgar o livro pela capa. Porém, na prática, podemos, sim, imaginar o conteúdo pela aparência. O que não devemos é nos abster de conhecê-lo melhor e se surpreender.

Aqui abro um parêntesis: quando digo aparência, cabe não só o físico. Aparência é o modo de falar e de andar, é a profissão, a religião, a ideologia, a nacionalidade, e qualquer que for a característica explícita. Na blogosfera, por exemplo, geralmente, antes de conhecer a cara de um blogueiro, você o conhece pelos seus gostos e opiniões.

As pessoas têm reações muito fortes à palavra preconceito. Mas, aqui vale a teoria de Platão dos vícios e das virtudes. O excesso de preconceito, bem como a falta dele são vícios. E a moderação é necessária. Virtude.


P.S.: Os comentários deste e de outros posts mais antigos do blog foram perdidos, uma vez que eu usava o sistema de comentários do Haloscan, que deixou de existir há alguns anos.
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