Sobre salões de beleza

O “drama” começa para marcar horário. Primeiro: eu odeio telefone. Segundo: salões têm muita demanda nos finais de semana, que é justamente quando posso me dar ao luxo de “perder algumas horas”. Me livro do primeiro problema convencendo minha mãe de fazer a ligação por mim – é infantil, mas funciona. Quanto ao segundo, é mais complicado. O jeito é procurar finais de semana que pareçam mais tranquilos, algo difícil de fazer.

Horário marcado (com certa dificuldade), chega o sábado fatídico. Eu, particularmente, não gosto do ambiente. Não estou falando dos salões em si, muitas vezes pequenos, barulhentos, abafados e com uma nuvem dos mais variados cheiros sobre as nossas cabeças. Falo das pessoas. Em geral, querem te vender uma porção de produtos para beleza, todos muito caros – muitas vezes, com uma margem de lucro altíssima (e desnecessária). A insistência é tamanha que só te faz constranger, senão comprar algo que não se precisa. Felizmente, eu só fico no constrangimento. Bochechas vermelhas são melhores do que ficar no vermelho.

Além disso, alguns salões oferecem vários tratamentos não somente para os cabelos, como também estéticos de todos os tipos. Todo mundo quer vender seu peixe, eu compreendo. Mas a tática cruel dos salões é abalar sua autoestima. “Noooooooossa, como seu cabelo está ressecado, sem brilho, sem vida, volumoso, com frizz, um horror. Olha, nós temos um tratamento x maravilhoso.” Geralmente, o tratamento não tem nada de maravilhoso e vai lhe custar muitas horas e muitos dinheiros. Críticas ofensivas à minha pele também são frequentes. Peelings e limpeza de pele são oferecidos aos montes. Também já ouvi muito discurso sobre como depilação com cera vai resolver todos os meus problemas e sobre o quão nojento e repugnante é o fato de eu roer unhas. Pois é, manicures não fazem a vida com roedoras de unha, a não ser aquelas que aplicam unhas postiças e sempre veem em mim uma cliente em potencial.

O fato dos finais de semana terem alta demanda causam ainda outras chateações: salão lotado e atrasos. Eu sou chata, não gosto de nada lotado. Muita mulher é ainda pior. Não sei se é só aqui, mas as rodinhas femininas são os lugares mais propícios a surgirem comentários machistas. Os atrasos são ainda piores. Porque, além de ser um saco ficar esperando (e perdendo tempo cada vez mais precioso), você tem que ficar ouvindo os comentários machistas por mais tempo! A solução é se concentrar em qualquer outra coisa e se distrair. Para isso, servem os smartphones e livros, porque a maioria das revistas de salão não me interessam. Não ligo para fofoca e celebridades e as revistas femininas deixam muito a desejar: faltam conteúdo e criatividade e sobram machismo, photoshop e anúncios.

Depois de muita espera e encheção de saco, finalmente começa a tortura capilar. Eu não gosto que mexam no meu cabelo, mas algumas moças são tão cuidadosas e atenciosas que é até gostoso lavar o cabelo no salão. Em outros casos, porém, é uma droga: água muito quente ou muito fria é terrível e algumas pessoas esfregam nossa cabeça como se lavassem panela suja. Depois, tem o corte. Explicar para a cabeleireira o que eu quero é bastante chato, mas é coisa minha, já que não entendo os termos e tudo o mais. O problema é quando a gente explica direitinho e a cabeleireira faz diferente. Eu sei que elas são profissionais e entendem do assunto, mas que nos orientem, expliquem, e não saiam picotando o cabelo alheio como quiserem. Quem nunca pediu para que fossem cortados “dois dedinhos” e saiu do salão com um palmo de cabelo faltando?

Cabelo cacheado tem mais um agravante: é difícil prever como vai ficar depois de seco. Por isso mesmo, muitos especialistas em cachos, cortam o cabelo seco e só depois lavam, para acertar os detalhes. Mas é claro que não tem nenhum especialista aqui em São Joaquim. Passei por vários cabeleireiros e poucos acertaram no corte. Ultimamente, tenho ido sempre no mesmo salão, por certo comodismo, e porque a cabeleireira mandou muito bem nos últimos cortes. Ainda assim, rola sempre uma tensão. Sempre que vou cortar o cabelo, faço escova porque a cabeleireira oferece de graça e é bom poder ficar uns dias sem ter que lavar o cabelo (preguiça, oi). Assim, só vou ver o resultado para valer alguns dias depois.

Por fim, tem a questão do preço. Aqui em São Joaquim, um simples corte de cabelo custa entre $40 e $70. Não acho justo, que me perdoem os cabeleireiros, pagar tudo isso por um serviço que não leva nem meia hora para ficar pronto. Sim, meia hora, porque as outras uma, duas e até três horas que passamos nos salões são por conta de atrasos e falta de organização. Não venham me dizer que esse custo é por causa dos gastos com energia elétrica e a lavagem, porque é muito superior. Não lembro de usarem shampoos e condicionadores caros no meu cabelo quando eu vou simplesmente cortar e os outros procedimentos gastam muito mais energia elétrica. No meu caso, não tenho me importado (muito) em pagar $60 num corte, porque a escova é inclusa e o preço fica muito mais justo. Ainda assim, não é um gasto que eu queira/possa ter trimestralmente.

É claro que esse texto tem um certo exagero. Não nas situações, que são exatamente essas, mas ao supor que elas ocorrem todas juntas. Não, cada ida ao salão é uma experiência diferente, melhor ou pior, mais ou menos desagradável. Confesso que meu último corte foi uma experiência bacana. O salão não estava lotado, o atraso foi de poucos minutos (~ 20′), o corte foi satisfatório e o preço justo (os tais dos $60). A esteticista que critica minha pele não estava lá, ninguém me encheu o saco para parar de roer as unhas e meu cabelo até foi elogiado (!) pela moça que o lavou, com muito cuidado, inclusive.

Aliás, permitam-me corrigir: minha última ida ao salão. O meu último corte de cabelo foi bem mais tranquilo: foi em casa, na hora que eu tinha disponível (no meio da madrugada), levou poucos minutos e o resultado foi satisfatório. Eu mesma cortei. Por todos os motivos citados acima, eu não tenho o hábito de ir ao salão com a frequência que meu cabelo pede (uma vez a cada três meses). Eu até suporto viver com pontas duplas e outras chatices, mas não posso com a franja muito longa. Por isso, sempre que ela começa a me incomodar, corto eu mesma, rapidinho, em casa. Da última vez que fiz isso, resolvi ir além e (por que não?) cortar o cabelo todo.

Procurei rapidinho alguns vídeos no YouTube a respeito. Vi várias técnicas, mas a que me interessou foi uma que minha tia usava para cortar o cabelo das minhas primas (e, eventualmente, o meu) quando éramos crianças. Não tem muito mistério e o resultado costuma ser bom para cabelos cacheados. Eu não levo muito jeito com essas coisas manuais, mas decidi arriscar. Por conta dos cachos, as possíveis falhas no corte não ficam muito aparentes. No final das contas, levei menos de meia hora para lavar o cabelo e corta-lo e gostei do resultado final.

Eu perdi o hábito de fazer escova com frequência, então não me importo muito com o corte irregular. Caso eu deseje alisar o cabelo para algum evento, festa ou algo do tipo, aproveito para ir ao salão e fazer tudo de uma vez: corte e escova. Até porque, a escova do salão fica muito melhor do que a que faço em casa. Não se enganem, eu valorizo o trabalho de quem mexe com beleza, principalmente os bons profissionais. Talvez se a experiência fosse menos desagradável (para mim, com as minhas particularidades) e o preço mais justo, eu iria ao salão com maior frequência.

Já tem mais de um ano que eu penso em escrever um texto como esse, toda vez que vou ao salão. Escrevi, finalmente. Mas só escrevi porque aprendi a lidar com a situação melhor. Entendi, finalmente, que é possível e saudável evitar situações que me desagradam (e principalmente as que me fazem mal, mas esse é outro assunto). Cortando meu próprio cabelo em casa, economizo tempo, dinheiro e idas ao salão. Reduzindo-as para uma ou duas vezes por ano, é mais fácil encarar o salão com menos má vontade e mau humor. Talvez esse seja o grande segredo para lidar melhor com esse tipo de coisa. Certo otimismo faz bem. É melhor ir preparada para perder tempo e saber que chateações acontecem, mas sem “sofrer por antecipação”. Acho que assim, finalmente, farei as pazes com os salões e com as profissionais da beleza que são, muitas vezes, pessoas maravilhosas tentando fazer o melhor trabalho que puder.

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17 comentários sobre “Sobre salões de beleza

  1. Com relação ao ritual todo, eu também não curto. Não gosto dos fuxicos do salão, dos papos muitas vezes fúteis. Por isso gosto de marcar durante a semana, em horários tipicamente vazios, pra não ter encheção de saco.

    Agora, com relação ao corte em si, eu não tenho problema nenhum. Já passei a máquina 3 uma vez. Não tenho medo algum de cortar o cabelo e nunca tive esse papinho de “Ain corta só dois dedinhos”. Ou corta ou não corta.

    Até porque cabelo cresce, né? Se fosse uma perna, um braço… Então realmente não entendo o chororô da mulherada quando o cabelo é cortado um pouco mais do que o costume. Não é pelo cabelo em si, é pelo véu de proteção que muitas mulheres dão ao seu cabelo. Acho isso uma prisão para a maioria delas.

  2. Olha, eu detesto salão. É o tempo, a fofoca, o cabelo… Praticamente tudo. E eu nunca fui a um salão que eu terminasse tudo e pensasse “está como eu queria”. Pode até ter aquele que faz um bom serviço, mas nunca exatamente o que eu esperava :~
    E o dinheiro me desagrada um pouco também… Algumas coisas são absurdas e eu fico ainda mais sem coragem de ir fazer. Mas é assim mesmo, uma hora eu desisto e acabo indo porque não tenho o dom de me virar sozinha (a não ser com franja e chapinha haha).
    Beijos

  3. Penso exatamente assim! e ainda acho pior.. Depois da espera vem aquela cadeira para lavar o cabelo que é um inferno para quem é alta e fica mal acomodada. Meu cabelo é cacheado, mas vive na chapinha, por isso, as pontas são bem mais lisas do que a raiz, momento perfeito pra me empurrarem todas as progressivas que existem na terra. Depois a parte que te fazem se sentir horrível pra te indicar o designer sobrancelha.
    Da última vez que fui, suportei tudo isso e fiquei satisfeita com o corte e a escova, mas foi colocar os pés pra fora e cair a chuva =/

  4. A minha única exigência é conhecer o salão de beleza e o profissionalismo do cabeleireiro… Não vou cortar o meu cabelo pela indicação “dazamigas” por exemplo.

    Em relação ao corte do cabelo nunca tive problemas… Nem ficava com frescuras”Ain corta só dois dedinhos” já tive um cabelão cumprido até a bunda e cortei joãozinho!

  5. Comentários machistas no salão são realmente o erro, odeio. E meus cabelos são muito difíceis: ondulados, volumosos, todo mundo acha bonito, mas só eu sei o que sofro. Tô afim de cortar curto, bem curto mesmo. Já cortei assim e até o volume abrandou, tô com saudade dele curtinho. (Nossa, como falei a palavra curto, rs).
    Mas acho que não conseguiria cortar o cabelo sozinha pois sou toda desastrada, mas parabéns por conseguir. ;)

  6. Dani, falou tudo que eu sentia! Odeio salões e todo o ritual! Principalmente ficar conversando com o cabeleireiro. Tem vez que durante escovas, ou fazendo a sobrancelha ou tratamentos, fecho o olho e durmo pra não ser incomodada, juro procê!rsrs

    Arrumei uma vizinha que tem um pequeno “salão” nos fundos da casa dela e é tudo de bom! Além de ser barato é coisa rápida e sem delongas!

    Bjos!!!

  7. Eu não corto mais cabelo em casa (mas já fiz loucuras, hehe), mas o restante faço tudo em casa: selagem, hidratação, pintura, unhas, depilação. ufa! Mas já pensou se faço tudo isso no salão? Acho que desembolsaria uns 300 por mês tranquilamente…
    Eu morro de preguiça de ir ao salão, por menos motivos que você, confesso, já que aqui até que as cabeleireiras são legais e o preço é bacana (e inclui escova). Eu paguei 30,00 no meu último corte!

    Aliás, eu sou muito adepta do faça em casa em muitas coisas. Nosso jeitinho é bom e econômico, né? rs
    Um beijo,
    Re

  8. Guria, aqui o atraso era meu maior drama, assim como as rodas de conversa e o serviço mal-feito. Encontrei um salão bom, que não atrasa e que acerta em tudo: corte de cabelo, unha e sobrancelha (que essa bendita é difícil de acertar). O preço é razoável, também. Confesso que tenho preguiça e vou só quando necessário. Pelo menos nesse salão, as conversas são bem produtivas! E por atender no horário, nunca está lotado. Mas já sofri muito… Sobrancelha queimada, quase sem sobrancelha, unhas mal-feitas e afins.

    Beijo grande :*

  9. Dani, ler seu texto me deu arrepios por dois motivos: 1) eu tenho horror à salão de cabeleireiro; e 2) eu tenho um apego sobrenatural pelo meu cabelo! Sempre tive cabelo comprido, de médio a grande, e a história dos “dois dedinhos” sempre foi recorrente na minha longa saga com cabeleireiros. Chorar era pouco pro que eu fazia quando saia do salão com dez centímetros a menos de cabelo.

    O negócio é que, quando eu encontrei a cabeleireira que me entendia perfeitamente e nunca me decepcionou, mudei pro Rio de Janeiro. Cheguei a ficar meses sem cortar o cabelo pra cortar com ela, quando ia pra casa nas férias. Minha sorte é que uma das minhas amigas da faculdade tem curso de corte e tintura, e ela entende direitinho meu apego e sempre acerta a mão nos cortes. O melhor é o preço: o que eu puder pagar e alguma gordice pra gente comer juntas depois da sessão cabeleireira :)

    Fazia tempo que eu não comentava aqui no Sem Formol (verdade, mas a faculdade faz dessas com a gente), mas eu sempre passo por aqui pra ler seus posts, já que foi blogando que conheci você e um dos meus blogs favoritos!

    Que sua saga com cabeleireiras possa findar em breve, porque ninguém nasceu pra passar por esse tipo de tortura que, pra mim, é das mais requintadas!

    Bom restinho de semana e uma beijoca!

  10. Dani, ler seu texto me deu arrepios por dois motivos: 1) eu tenho horror à salão de cabeleireiro; e 2) eu tenho um apego sobrenatural pelo meu cabelo! Sempre tive cabelo comprido, de médio a grande, e a história dos “dois dedinhos” sempre foi recorrente na minha longa saga com cabeleireiros. Chorar era pouco pro que eu fazia quando saia do salão com dez centímetros a menos de cabelo.

    O negócio é que, quando eu encontrei a cabeleireira que me entendia perfeitamente e nunca me decepcionou, mudei pro Rio de Janeiro. Cheguei a ficar meses sem cortar o cabelo pra cortar com ela, quando ia pra casa nas férias. Minha sorte é que uma das minhas amigas da faculdade tem curso de corte e tintura, e ela entende direitinho meu apego e sempre acerta a mão nos cortes. O melhor é o preço: o que eu puder pagar e alguma gordice pra gente comer juntas depois da sessão cabeleireira :)

    Fazia tempo que eu não comentava aqui no Sem Formol (verdade, mas a faculdade faz dessas com a gente), mas eu sempre passo por aqui pra ler seus posts, já que foi blogando que conheci você e um dos meus blogs favoritos!

    Que sua saga com cabeleireiras possa findar em breve, porque ninguém nasceu pra passar por esse tipo de tortura que, pra mim, é das mais requintadas!

    Bom restinho de semana e uma beijoca!

  11. O que mais me irrita em ter que ir ao salão é conversar. Eu não gosto de ficar batendo aquele papinho que não me interessa em nada só para ser educada, mas, como sempre frequento salão quando estou na casa dos meus pais (é tão mais barato que em cidades maiores e, até hoje, não senti muita diferença) e todo mundo me conhece, fica bem difícil evitar sem ser chata. Detesto que depois que eu explico o que quero a cabeleireira sugira alguma outra coisa e insista. Detesto aquelas que puxam tanto o cabelo na hora da escova que eu acho que minha cabeça vai ficar nas mãos delas. Detesto que me deixem abandonada na cadeira, no meio do processo, para atender telefone ou qualquer outra coisa assim. Todas as minhas experiências na hora de cortar meu próprio cabelo foram bem desastrosas, então ainda me jogo no mundo dos salões e fico com invejinha de pessoas como você.
    Beijo!

  12. Antes eu não gostava de ir ao salão, detestava! Cortava o cabelo sabe-se lá quantas vezes ao ano, uma ou duas talvez. Nos últimos anos tive muita sorte em salões e já tenho duas cabeleireiras fixas. Mas só confio em uma para o corte, pois uma delas me aleijou!
    Menina, que preço é esse? :O Eu sabia que os preços de SP eram mais caros (tenho família aí), mas não sabia que era tanto. Com menos de 60 reais minha mãe corta, pinta e escova os cabelos. Eu com 12 reais faço uma escova e saio super satisfeita!
    Hoje, como eu disse, não me importo mais com os salões. Mas nunca gostei dessas conversinhas fiadas e a necessidade das pessoas conversarem comigo para saberem de onde sou, o que eu faço entre outros…

  13. Adorei, Dani!
    Eu amo cortar o cabelo, mas também não gosto muito de ir ao salão, morro de preguiça. Graças a Deus tenho uma cabeleireira que corta meu cabelo há anos e a gente se entende muito bem. Também não sei descrever o corte que eu quero, mas normalmente levo alguma foto que pego na internet como referência e a gente discute o que se adapta melhor ao meu tipo de cabelo. Meu maior problema mesmo é com os chás de cadeira, mas até pra isso arrumei solução. Normalmente eu ia ao salão junto com a minha mãe, e ela é dessas que faz mechas, corta, escova, conversa mais do que a boca e que me obriga a passar a tarde inteira no salão. Eu absolutamente odeio! Então aprendi o truque: ou pegar o primeiro horário da manhã, ou então o último da noite. Salão bem mais tranquilo, praticamente vazio e ou a galera ainda está sonolenta ou então doida pra ir embora, aí a coisa super anda!
    Ainda assim, tenho preguiça de ir ao salão. Gosto de ser auto-suficiente, sabe? Aprendi a fazer minhas sobrancelhas, me depilar e só não consegui mesmo me livrar da manicure e da cabeleireira. Agora que pinto o cabelo, já tô ensaiando pra pintar sozinha em casa, porque tintura demora horrores e não dou conta de ficar sentada rodeada de gente querendo saber da minha vida, hahaha

    Beijos!

  14. Oi, vim parar neste outro post, com o qual me identifiquei imensamente. E se você só vai ao salão para cortar, imagine eu, que preciso pintar. Não acho justos os preços. Muitas vezes não fico satisfeita com o resultado. E você ilustrou muito bem minha maior irritação: atrasos, mulheres machistas e colocação non-stop de defeitos em nosso cabelo e pele. Tenho um amigo cabeleireiro de São Carlos que não atendia na casa dele (muito bem equipada), com preços amigos para universitários e que me entendia melhor, se você quiser o contato, me fale.
    Beijos

  15. Eu odeio ir em salões porque toda vez fico com a sensação que joguei dinheiro fora não fazem nada direito, fui fazer uma redução de volume o meu cabelo ficou totalmente queimado fui fazer tintura a coitada da raiz ficou sem pintar já fui em todos os salões da cidade um pior que o outro não estão nem ai pro meu cabelo sinto muita raiva disso.

  16. Eu também detesto, tu cuida direitinho do cabelo em casa, usa cremes caros, penteia com cuidado sempre, e chega na maldita hora de refazer a progressiva e as “queridas” do salão puxam sem dó, não sabem pentear, começam la de cima e arrebentam tudo o cabelo, queimam a cabeça, fazem tudo correndo pra acabar logo, sempre fico de mau humor e achando que ao invés de pagar, deveria ser paga por estar lá.

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