52 semanas: quando não tenho nada pra fazer, gosto de…

Hoje aconteceu aquilo que eu sabia que iria acontecer durante essa Semformaratona desde o começo: me esqueci do post do dia. Não houve nenhum motivo em especial, eu simplesmente me esqueci. Agora, há quase uma hora do final do dia e dividida entre escrever esse post e assistir à final do MasterChef, me peguei completamente sem ideias e decidi apelar por adiantar o post de amanhã – que é quarta e, portanto, dia de 52 semanas.

Como estou de férias e, portanto, tendo muito mais tempo livre do que de costume, escolhi como tema dessa semana coisas que gosto de fazer quando não tenho nada pra fazer! Eita, que delícia! Vem, gente!

Quando não tenho nada pra fazer, gosto de…

Fazer cruzadinha

Está aí uma coisa que acho que vocês não sabem sobre mim: adoro esse tipo de passatempo. Compro sempre aquelas revistinhas da Coquetel, era a louca dos passatempos dos gibis da turma da Mônica e sempre fazia a cruzadinha do jornal local. Ultimamente, estou me divertindo com um livro imenso da Coquetel com mais de 300 passatempos em inglês e me sinto a mais nerd e feliz das criaturas. Me julguem.

Assistir filmes

Eu ia colocar assistir comédias românticas e animações que já vi mil vezes repetidamente porque sou dessas, mas acontece que depende muito do meu humor e, às vezes, tudo o que quero é assistir um filme de aventura que todo já viu, menos eu, ou chorar litros com aquele drama que ganhou vários Oscars muitos anos atrás.

Devorar um livro ou revista

Eu gosto de ler sempre, mas é muito raro eu poder me sentar e “perder” uma tarde ou uma noite toda devorando um livro ou uma revista inteira.

Fazer bolo de cenoura

Eu já disse aqui no blog que morro de preguiça, não gosto e sou péssima cozinheira. Embora isso seja uma grande verdade, não vale para bolos, pelo menos não para o maravilhoso bolo de cenoura com cobertura de chocolate de férias da Dani, que é a única coisa que faço com gosto e que costuma ficar bom sempre. Além disso, poucas coisas são tão gostosas quanto raspar a tigela da massa e sentir o cheirinho de bolo assando pela casa toda.

Nada

Nesse mundo extremamente agitado e conectado de hoje, o dolce far niente é coisa cada vez mais rara e tem, pelo menos para mim, um sabor cada vez melhor. Que delícia não fazer absolutamente nada, desligar o celular, fechar os olhos, ouvir uma música ou simplesmente a respiração de Íris, a cã, deitada do lado…

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