Linkagem de Segunda #60

Quando escrevi a Linkagem de número 50, nem me atentei pro fato. Quero dizer, nem me toquei que aquela era a 50ª linkagem e, portanto, um marco, um milestone. Logo eu que sou tão ligada nestas bobagens.

Na época, eu tava passando por uma fase especialmente ruim, algo que acredito que vocês tenham notado pela introdução daquele post. Além disso, estava frustrada com meu epic fail na tentativa de fazer uma BEDA para ressuscitar o blog.

Mas, desta vez, eu percebi o número redondinho ali no título do post a tempo e vou fazer um big deal sobre ele, sim. Sessenta linkagens é coisa pra caramba, principalmente nesse momento de crise blogueirística. Então eu só queria comemorar um pouquinho, ficar felizinha e orgulhosa, principalmente porque amo as linkagens e elas são grandes responsáveis pela sobrevida que o Sem Formol anda tendo ultimamente. ♥ (E qualquer desculpa para usar um gif do Rocky é bem-vinda.)


Obrigada pelas vidraças.


Memes, a única instituição funcionando plenamente no Brasil.


Kid Vinil e o amor sequestrado.


‘Women of NASA’: coleção da Lego para homenagear mulheres cientistas.


Acho que está na hora de assumirmos que, nós, millennials somos absolutamente péssimos (em inglês) (sim, claro, isso foi irônico).


Na semana passada, escrevi aqui (e na newsletter) sobre essa coisa toda de escrever-na-internet sobre si mesmo, particularmente em blogs pessoais e newsletters. Naquele post, compartilhei alguns links interessantes sobre o tema (e outros assuntos correlatos), então recomendo o clique.


Esses dias inventei de assistir Uma Linda Mulher depois de anos e tive vontade de entrar dentro da televisão só pra arrastar a cara de Edward no asfalto. Daí li este post e me senti representada demais.

“Parece que os roteiristas tiveram a ideia para Uma linda mulher pensando como seria se alguém tipo o Joesley Batista, da JBS, fosse o herói de uma comédia romântica. Se esse subplot virasse um escândalo de corrupção à la Lava Jato, talvez eu me interessasse mais.”

Isso também me lembrou estes dois posts maravilhosos da Lara Vascouto sobre aqueles heróis românticos que a gente não queria na nossa vida nem pintado de ouro (parte 1 e parte 2). Também nesta vibe de desconstruir nossos filmes favoritos sem dó nem piedade, vale a leitura desse post bem honesto também da Lara sobre Simplesmente Amor.


Essa moça Petra fez uma lista bem legal no BuzzFeed com 13 personagens mulheres não-princesas subestimadas em animações (em inglês) e, como ela mencionou personagens que eu amo profundamente (como praticamente todas as moças de Atlantis e Megara de Hércules e Esmeralda de O Corcunda de Notredame ♥), tô com bastante vontade de assistir aos filmes citados que eu não conheço ainda.

Também aproveito pra perguntar pra vocês quem vocês colocariam na lista? Eu definitivamente botaria Lilo e Nani de Lilo & Stitch, Astrid e Valhallarama de Como treinar o seu dragão, Hardscrabble de Universidade Monstros, Colette de Ratatouille e Tiana de A Princesa e o Sapo (porque, na real, ela só vira princesa no finalzinho do filme).


Miga, se você gosta das Linkagens de Segunda, ficam duas dicas:

  • você pode acessar o arquivo e conferir todos as linkagens já publicadas aqui; e
  • você pode seguir o arroba do blog no Twitter e acompanhar todos os links que compartilho por lá.

Escrever-na-internet, blogs pessoais e um ano de newslettinha

Como boa overthinker que sou, ando pensando demais nessa coisa de escrever-na-internet, principalmente quando sua “linha editorial” é não-ter-linha-editorial e seu principal tema é você mesma.

Parece que ninguém mais escreve sobre si mesmo online. Quero dizer, é claro que nossos perfis nas redes sociais geralmente são egocentrados, mas nos blogs, sites e páginas por aí o assunto é cada vez menos as pessoas e suas banalidades. Pelo menos na minha bolha, o que vejo são blogs pessoais sendo abandonados, deletados, transformados em blogs de nicho. Quem antes mantinha um blog pessoal tem desistido de escrever ou tá indo escrever em outros canais, falar de feminismo, de cultura pop, de minimalismo ou qualquer outro assunto. Muita gente largou mão do texto e foi fazer vídeo. Muita gente abandonou o “diário virtual” e voltou pro diário de papel. E tem a galera que migrou para as newsletters, seja para escrever sobre um tema específico, seja para escrever quase como era na blogosfera de outrora.

Não digo nada disso como uma crítica ou qualquer coisa do tipo. São apenas constatações. É apenas o que eu observo acontecendo e nem sei mesmo qual é a minha opinião. Só sei que tudo isso me deixa meio mal, meio chateada.

Porque eu amo a blogosfera. Eu sempre defendi os blogs e, particularmente, os blogs pessoais. Eu escrevo-na-internet desde 2003, quando eu tinha 12 anos, e isso acabou se tornando uma parte importante de mim. Escrever-na-internet mudou minha vida em muitos sentidos. Não como aconteceu com a Lia Camargo, a Bruna Vieira ou qualquer outra celebridade de internet que fez fortuna e construiu um pequeno (e às vezes não tão pequeno) império do seu quarto em casa. Neste sentido, meu blog é um “fracasso”. As estatísticas são vergonhosas. Os acessos têm caído vertiginosamente. A maioria dos posts não tem um único comentário. E eu não consigo manter uma frequência de atualização decente há alguns anos. Nunca ganhei um centavo com o blog. Não encontrei meu chamado, minha vocação, nem nada do tipo. Nem trabalhar com escrita ou internet eu trabalho. Mas o blog sempre teve uma importância imensa para mim. Uma importância que talvez nem tenha mais. Uma importância que eu provavelmente não saberia explicar direito.

É essa importância, porém, que me levou a sempre defender os blogs pessoais. É o que me leva a ficar chateada a cada vez que um blog querido se transforma num negócio, mesmo quando isso não necessariamente mude muita coisa para mim como leitora. É o que me levou a literalmente chorar quando a Anna encerrou os trabalhos no So Contagious, mesmo sabendo que eu continuaria lendo o que ela escreve por aí (não, ainda não superei) (desculpa, Anna, sou dramática mesmo). É o que me impede de deletar o Sem Formol ainda que eu não me sinta motivada a escrever nele mais. É o que me impede de levar a newsletter a sério porque sempre sinto como se estivesse traindo, de certa forma, a blogosfera. (Eu sei, eu sei, eu sou ridícula.)

Eu me sinto meio estúpida por causa deste meu apego besta à blogosfera. Me sinto meio idiota quando começo a ser corroída por uma culpa infinita porque não ando postando no blog. E daí me sinto mal pelo tempo perdido produzindo posts que terão tão pouca repercussão.

Há um ano, eu criei a Rascunhos Impublicáveis buscando muito daquilo que a blogosfera não me oferecia mais. A princípio, a ideia era manter a newsletter e o blog e ir descobrindo que tipo de coisa eu queria escrever em cada lugar. Eu tinha certeza que queria manter o blog e eu sabia que queria muito me aventurar no mundo das newsletters. Hoje, um ano depois, tenho mais perguntas do que respostas. Me questiono se ainda há espaço na internet para o tipo de coisa que eu escrevo, este conteúdo tão singelo e besta e meio egocêntrico que eu adoro tanto. E vejo que não sou só eu que ando me questionando sobre isso. Num mundo com tanta informação, quem tem tempo e paciência e disposição para se sentar e ler mais um textão sobre a síndrome da impostora da amiga ou aquele causo que não vai acrescentar em nada na sua vida? Mesmo eu, a apegada do textão pessoal, me vejo priorizando o conteúdo que acho mais “relevante”, que “vai mudar minha vida” ou qualquer coisa assim.

Hoje é Dia 24 foi aniversário da newsletter e eu queria estar aqui fazendo um textão feliz sobre como escrever-uma-newsletter mudou minha vida para melhor. Um textão como eram minhas odes à blogosfera outrora. Infelizmente, não vai rolar. O textão de hoje é só um desabafo sem conclusão nenhuma e um convite para você que ainda dedica um pouco do seu precioso tempo a ler esta palerma aqui (aliás, obrigada ♥) me contar o que você acha disso tudo. Me conta o que você pensa, se você também escreve ou já escreveu na internet, sobre o que escreve, o que você gosta de ler online, como faz para escolher o que vai ler nesta imensidão de conteúdo e o que mais você quiser.

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Este texto começou como uma introdução para a linkagem da última segunda-feira, tornou-se um post independente e acabou se tornando o texto da “newsletter de aniversário” que enviei dois dias atrás. Decidi publicar aqui também porque esta era a ideia inicial e acho que faz sentido que este texto fique registrado no blog também.

Tenho recebido um feedback interessante via e-mail (e vou responder todo mundo o quanto antes, prometo) e estendo o convite do último parágrafo para os leitores do blog também.

Além disso, ontem decidi vasculhar meu Pocket e encontrei textos interessantes sobre alguns dos questionamentos deste post e aproveito para compartilhá-los com vocês:

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Créditos da foto do topo: Juliette Leufke/ISO Republic

Linkagem de Segunda #59

Migas, eu tenho um texto meio que rascunhado para postar ainda esta semana. Começou como uma introdução para a linkagem de hoje, mas ficou muito longo e agora tem potencial de post, então devo publicar daqui a alguns dias, ok? (Só pra vocês saberem mesmo.)


Estes dias tão muito loucos, né, minina? É a Conjuntura Política Nacional™ botando a gente maluco e perdido (e puto, né?) e a vida real, que não pára. (Me deixa pelo menos manter meu acento diferencial? Obrigada.

Se você não me segue nas redes sociais por aí, provavelmente não sabe que eu comecei uma pós-graduação a distância, então tenho estudado em casa, além do meu full time job de pessoa desempregada procurando emprego. Daí decidimos começar uma reforma aqui em casa, coisa que estávamos precisando mesmo, e pronto: caos.

Estes dias estão particularmente complicados. Tive uma fase ruim, de resistência enfraquecida e todas as viroses e doenças da vida. Nisso, perdi um pouco o controle, minhas tarefas se acumularam e até aí estaria tudo bem se não viesse a reforma. Como botar a vida em dia, se isso significa estudar e fazer provas e fazer trabalhos numa casa em reforma? Se isso significa estudar o dia todo com o som de marretas e serras elétricas e equipamentos aleatórios e escandalosamente barulhentos? E ainda tem o pó infinito e a alergia e as muitas horas gastas todos os dias limpando a casa toda e a falta de privacidade com três pedreiros e um mestre de obras (e às vezes um eletricista, um serralheiro, o cara da CPFL, o cara da marmoraria, etc.) dentro de casa.

Como dizia Kátia, não está sendo fácil.


Eu diria que estes são os motivos pelos quais eu ando distante do blog, mas não é exatamente isso e vocês sabem. Mas, como já disse no parágrafo inicial, tenho um post planejado e podemos conversar melhor sobre blogs pessoais, escrever na internet e o Sem Formol.

Enquanto isso, eu queria só mesmo dar um “alô” e uma justificativazinha para esta linkagem estar razoavelmente curta para duas semanas de links acumulados.


Nossas queridas Valkírias fizeram uma programação especial de dia das mães repleta de textos incríveis (como sempre, né? #fangirl). Meu favorito é esse da Jumed sobre a (cruel) representação das mães na cultura pop.


Talvez vocês não aguentem mais ler sobre Estrelas Além do Tempo (eu ainda estou obcecada), mas este texto da Jennifer Ferreira pras Blogueiras Negras traz um ponto de vista bem interessante.


Talvez vocês também não aguentem mais ler sobre Gilmore Girls e o revival e especialmente a Rory (SUPEREM A RORY PELAMORDADEUSA), mas este texto das Valkírias Ana Luíza, Fernanda e Yuu vale a pena, eu juro.


Porque o Lupin é o melhor Maroto ♥ (em inglês).


Lívia Reginato escreveu sobre o estupro como recurso narrativo no Nó de Oito. Sobre este assunto, também vale a leitura deste texto sobre a forma como a cultura pop retrata a violência contra a mulher, escrito pela Lara Vascouto no mesmo site.


Esta entrevista com a Rachel Bloom – criadora e estrela de Crazy Ex Girlfriend – e esta outra com a Donna Lynne Champlin – melhor melhor amiga da tv. (Ambas em inglês.)


Think Olga sobre essa nova “moda” de premiar homens em premiações para mulheres, como o Bono Vox ganhando prêmio de Mulher do Ano da revista Glamour.


Este vídeo maravilhoso da minha melhor amiga platônica Jéssica com a Helmother sobre padrões de beleza e estar nesse meio caminho entre ser magra e gorda.


Aamer Rahman sobre racismo reverso no vídeo mais didático e cool (é um stand up) que você vai ver hoje.


Faz tempo que não faço propaganda do canal da minha amora aqui, então vamos lá. Esta semana, Tety nos lembrou que pequenas vitórias importam e está aí um lembrete sempre válido.

(Tety também fez um vídeo amorzinho sobre a Cúpula do Mal (aka nós duas e Lari) que me arrancou muitas lágrimas e acho que você deveria assistir porque sim.)

Outro bom lembrete: “perder tempo” é importante (em inglês).


Thais fez uma reflexão interessante sobre a regra 90/90 para destralhar no Vida Organizada.


Miga, se você gosta das Linkagens de Segunda, ficam duas dicas:

  • você pode acessar o arquivo e conferir todos as linkagens já publicadas aqui; e
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Linkagem de Segunda #58

Nesta segunda, não tenho tantos links para compartilhar com vocês como na semana passada, mas ainda assim são muitos os assuntos, então vamos logo a eles, tá bem?


Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a Greve Geral do dia 28 de abril foi o evento mais comentado na internet da história do Brasil. O estudo completo pode ser lido aqui.


Thaís Campolina reflete sobre o lugar da mulher no discurso retrógrado de Temer e as consequências disso neste post do Ativismo de Sofá.

“O local da mulher no discurso de Temer e cia segue sendo o de subalterna e suas reformas querem manter as mulheres assim, já que as propostas ignoram fenômenos importantes como a feminilização da pobreza.” Thaís Campolina, “O local da mulher no discurso machista de Temer


3 de maio foi Dia da Liberdade de Imprensa e as moças do Think Olga questionam “liberdade para que imprensa?

“(…) se trabalhar por uma comunicação que seja justa e respeitosa para grupos minorizados socialmente é ser “politicamente correto” não queremos ser incorretas. Principalmente quando a ideia do tal politicamente incorreto vem disfarçada de uma falsa liberdade de imprensa.” Think Olga, “Liberdade para que imprensa?

Ainda neste contexto, vale a pena dar uma lida no Minimanual do Jornalismo Humanizado, criado e citado pelo Think Olga neste artigo, ainda que você, assim como eu, não seja jornalista.


Depois de corajosamente denunciar o assédio de José Mayer, Su Tonani se pronunciou novamente desabafando sobre os desdobramentos de sua denúncia, especialmente sobre a revitimização que tem sofrido. Ainda sobre este assunto, Carla Rodrigues escreveu sobre a difícil decisão de denunciar ou não um caso de assédio justamente por causa desta questão.

“Eu fui vítima de assédio sexual. E agora estou sendo vítima novamente. Das especulações que colocam dúvidas sobre a minha dor. E me fazem revivê-la.” Su Tonani, “Me deixem deixar de ser vítima: me deixem voltar a ser eu

“Levar adiante um processo jurídico é ficar diante de uma lei que até agora ainda não escrita para protegê-la, mas apenas para reiteradamente fazer dela tão somente uma vítima. Não levar adiante o processo jurídico seria enfraquecer a causa feminista, que precisa de mais mulheres denunciando e reivindicando o assédio sexual. A escolha diante desse dilema insuperável é uma tarefa dolorida.” Carla Rodrigues, “Sobre a recusa do lugar de vítima


Na Ovelha Mag, Fernanda Ozilak escreveu um guia super simples e didático para eliminar a gordofobia do nosso discurso cotidiano.


Jéssica levantou uma discussão interessante no Valkírias: se nesta season 3, o relacionamento de Grace e Frankie tornou-se queerbaiting. Ela explica o significado do termo, mas para quem quiser entendê-lo melhor, também tem este texto ótimo a respeito no Delirium Nerd.

Um dos maiores exemplos de queerbaiting para mim é o relacionamento entre Scorpius e Albus em Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Sobre eles e principalmente a falta de representação LGBTQ+ no universo mágico da Jo, há um artigo muito bom no Hypable.


Como boa Marvelete que tenho me tornado, fui assistir Guardiões da Galáxia vol. 2 mesmo não tendo gostado do primeiro. Só não digo que as expectativas eram baixas porque amei os trailers e fiquei especialmente empolgada com a notícia de que Sylvester Stallone (o homem responsável pelo meu herói de infância, ele mesmo, Rocky Balboa) estaria no elenco.

O filme foi uma grande e maravilhosa surpresa, acredito ser um dos melhores feitos pela Marvel até aqui e estou obcecada pela trilha sonora.

Não li muito sobre ele ainda, mas gostei especialmente da resenha da Micheli Nunes pras Garotas Geeks e da crítica da Gabriella Franco pras Minas Nerds.


Rafaella Britto fez um post incrível elencando diversas mulheres que de alguma forma confrontaram o ideal feminino em Hollywood. No Valkírias, Ana Luísa traçou um histórico super interessante da representação feminina no cinema nacional.


Nosso site favorito, o Valkírias, fez aniversário e Anna escreveu um editorial maravilhoso sobre escrever sobre cultura pop e mulheres na internet, e também sobre binge culture e economia da atenção e todo mundo que fica maluco tentando acompanhar as novidades da cultura pop e nerd deve se identificar.


Anne Caroline Quiangala escreveu um post ótimo no Preta, Nerd & Burning Hell sobre o que entendemos por humor negro e o que de fato é humor negro.

“Pra nós, assim como o cinema negro e a música negra são gêneros protagonizados por negros e direcionados aos semelhantes, o humor negro é uma forma estética de denúncia e de libertação. O impacto é automático porque o humor negro evidencia fenômenos cotidianos que enfrentamos simplesmente por sermos negras.” Anne Caroline Quiangala, “O que é humor negro?


Uma das minhas maiores dúvidas implementando o GTD sempre foi como organizar tarefas recorrentes e de rotina. Thais falou mais sobre isso num post bastante esclarecedor no Vida Organizada.


No blog do Todoist, Pedro Silveira escreveu sobre o timeboxing, uma técnica bem interessante de gerenciamento de tempo.


Se você curte as Linkagens de Segunda, ficam duas dicas:

  • você pode acessar o arquivo e conferir todos as linkagens já publicadas aqui; e
  • você pode seguir o arroba do blog no Twitter e acompanhar todos os links que compartilho por lá.

Linkagem de Segunda #57

Voltei. De novo. É só isso que eu escrevo no blog ultimamente, né?

Não vou me justificar porque não vejo necessidade e vocês já conhecem o discurso da vida atropelando a gente, prioridades, etc. Também não vou prometer voltar a postar com regularidade – se é que isso aconteceu alguma vez – porque sei que não vai acontecer. Mas, de qualquer forma, este post é uma tentativa de trazer o blog de volta para a minha rotina.


O feminismo que estampa novas coleções, Paula Maria pras Valkírias

MENSTRUAPPS – Como transformar sua menstruação em dinheiro (para os outros)?, Natasha Felizi, Joana Varon e Diana Moreno no Chupadados


Como os estereótipos estão atrapalhando sua carreira e reduzindo seu salário, Caroline Oms na AzMina

5 ações que precisam mudar para acabar com a desigualdade de gênero no trabalho, AzMina

Sim, mulheres precisam de leis trabalhistas específicas, Lívia Magalhães na AzMina

Representatividade da mulher negra no mercado de trabalho, Luana Maria pras Blogueiras Feministas

Filhos não impedem que as mulheres tenham uma carreira. São os maridos, Felipe Betim e Ana Torres Menárguez no El País

Como evitar que domésticas sejam uma incoerência feminista?, Carolina Vicentin na AzMina


Machismo irônico e por que é preciso ter cuidado com ele, Lara Vascouto no Nó de Oito

“Você não é como as outras”: quem são as mulheres extraordinárias, afinal?, Bárbara Marques no Nó de Oito

4 tipos de personagens femininas que marcaram as comédias românticas dos anos 2000, Lara Vascouto no Nó de Oito

5 mitos sobre amor romântico na cultura pop que sustentam o mito da friendzone, Lara Vascouto no Nó de Oito

Heroínas masculinizadas e a síndrome da mulher “mais macho que muito homem”, Bárbara Marques no Nó de Oito

What’s behind pop culture’s love for silent, violent little girls?, Emily Yoshida na Vulture

Diversidade não deveria ser um show de horrores, Anne Caroline Quiangala no Preta, Nerd & Burning Hell

Marvel: a editora perdeu o interesse por diversidade e personagens femininas?, Renata Nolasco no Delirium Nerd

A gordofobia em nós – do comentário aparentemente inofensivo até as telas do cinema, Maiara Beckrich no Nó de Oito

Mulheres na comédia: aqui tem, Ana Vieira pras Valkírias

Os limites do humor, Gabriella Beira na Capitolina

Humor negro: o termo negro e o politicamente incorreto, Stephanie Ribeiro na Capitolina


Miranda Priestly, o diabo em pessoa, Paloma Engelke pras Valkírias

Legalmente Nós Mesmas, Lady Sybylla no Momentum Saga

Que Horas Ela Volta? – O lado que ninguém quer ver, Paloma Engelke pras Valkírias

Agent Carter: o valor de Peggy Carter e o feminismo, Karol Borges no Delirium Nerd

Heroínas que amamos: conheça as Filhas do Dragão, Gabriela Franco pras Minas Nerds


Entre lobos e cordeiros: Taylor Swift e o que significa ser uma mulher sob os holofotes do mundo, Anna Vitória e Clara Browne pras Valkírias

Emily Lima na Seleção: o que muda dentro e fora das quatro linhas?, Duds Saldanha pras Valkírias


Manifesto pelo fim do guilty pleasure, Fernanda Menegotto na Pólen


Escola Sem Pinto, Eliane Brum no El País


Não se trata só de “dicas práticas”, Thais Godinho no Vida Organizada

Como organizar projetos no Todoist, Thais Godinho no Vida Organizada

GTD: projetos e sub-projetos, Thais Godinho no Vida Organizada

GTD: projetos com prazo x projetos sem prazo, Thais Godinho no Vida Organizada

5 maneiras de usar a agenda do Google para o GTD, Thais Godinho no Vida Organizada

10 tips for sucess with GTD, GTD Times

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